A Apple revolucionou o mercado mais uma vez

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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A Apple revolucionou o mercado mais uma vez.

E dessa vez não foi com o produto mais poderoso, nem com a tecnologia mais complexa.

Foi com algo aparentemente simples.

O novo MacBook Neo entra em um território que a Apple historicamente evitou, o produto de entrada. Um computador pensado para estudantes, vovós, trabalhadores que só usam browser, pessoas que precisam de um bom notebook para estudar, navegar, trabalhar em documentos ou consumir conteúdo.

Até agora, esse espaço sempre foi ocupado por máquinas de plástico, telas medianas, baterias ruins e pouca atenção ao design.

A Apple fez uma escolha que a representa. US$599 é um baita statement.

Ela pegou o essencial, aquilo que realmente importa para o usuário comum, e executou isso muito bem: boa tela, boa bateria, construção sólida, experiência fluida. Nada de excesso, nada de complexidade desnecessária.

E colocou ali o seu maior ativo.

A maçã.

O símbolo de desejo.

O que provavelmente veremos nos próximos anos é uma avalanche de clones desse conceito no mundo PC. Não porque o produto seja revolucionário em tecnologia, mas porque ele é extremamente inteligente em posicionamento.

Isso revela algo importante sobre estratégia de portfólio.

Nem sempre inovar significa criar algo ultra sofisticado ou inacessível. Muitas vezes, inovar é entender profundamente o mercado e entregar um produto extremamente bem resolvido para um problema simples.

Quando isso acontece, o produto deixa de ser apenas funcional e passa a ocupar o imaginário do consumidor.

Por isso, ao pensar no seu portfólio de produtos ou serviços, vale refletir:

Onde está o espaço que o mercado ainda não resolveu direito?

E como você pode resolvê-lo melhor do que todos os outros?

Às vezes, a grande inovação está justamente em fazer o básico muito bem feito.

E é isso que ajudamos marcas a construir no Desire Sprint da bossa Consultoria.

#Apple #EstratégiaDeProduto #Branding #Posicionamento

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