Como você vende um fogão de 130 mil reais?

Essa é uma das discussões que estamos tendo agora com a Bertazzoni e Grupo Tecno.

E ela não começa no produto.

Começa no contexto.

Porque ninguém compra um fogão desse valor porque ele é melhor tecnicamente.

Compra porque aquilo representa outra coisa dentro da casa.
E dentro da vida.

Ao longo dos últimos anos, tive a oportunidade de trabalhar com marcas como Veuve Clicquot, Moët & Chandon, Fasano, Chandon, Louis Vuitton, Frattina, Senna, FG, Casa Santa Luzia, Bradesco, Elo.
E outras menores, maiores, mas sempre incrivelmente desejadas.

E a principal coisa que aprendi com elas não foi sobre campanha.

Foi sobre construção.

Essas marcas não estão tentando vender mais o tempo todo.
Estão construindo valor o tempo todo.

Produto.
Experiência.
Ambiente.
Relação com o cliente.

Tudo conversa.

E isso muda completamente o papel do marketing.

Na Bossa Consultoria, a gente trabalha essa estrutura (para desde quem tá começando, até que já é consolidado):

– onde a marca joga
– qual espaço ela ocupa
– como constrói valor percebido
– quais decisões aumentam desejo

Na Folhetim, a gente garante que isso apareça (para marcas premium e de luxo):

– comunicação
– campanhas
– conteúdo
– mídia
– CRM

Porque quando a estrutura está certa,
vender deixa de ser um esforço constante.

Passa a ser consequência.

Se você sente que sua marca poderia cobrar mais,
ou ser mais desejada do que é hoje,
talvez o problema não esteja na execução.

Está na construção.

Sou Ricardo Piochi. Construo marcas desejadas e inevitáveis para a próxima era, a partir das estratégias do luxo.

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