ROLEX e Gilberto Gil, uma parceria de tempo.
Entenda por que a gigante suíça do luxo resolveu patrocinar a turnê de um dos maiores brasileiros.
Semana passada, no show da turnê Tempo Rei em São Paulo, fiquei com uma dúvida na cabeça:
por que uma marca como a Rolex, um dos símbolos máximo do luxo, decide patrocinar um dos maiores da música popular brasileira?
A resposta está no tempo.
Não no cronológico, mas no simbólico, no tempo que permanece.
Gil atravessou gerações, modas e fronteiras com coerência e propósito.
E a Rolex, desde sempre, construiu sua narrativa sobre o que resiste, não sobre o que passa.
De um lado, a relojoaria suíça que mede o tempo com precisão.
Do outro, o artista brasileiro que o transforma em poesia.
A diferença é geográfica, mas o propósito é o mesmo: permanecer.
A marca tem um histórico profundo de apoio à cultura:
- patrocina a Ópera de Paris, o Teatro alla Scala e mantém programas de mentoria para jovens artistas.
Em 2012, o próprio Gil foi mentor da Rolex Mentor & Protégé Arts Initiative, acompanhando uma cantora egípcia em sua formação.
Essa parceria, portanto, não nasceu de oportunidade, mas de afinidade.
Tempo Rei é o encontro perfeito entre duas linguagens do tempo:
a precisão e a permanência.
A engenharia e a arte.
A contagem e a vivência.
Para a Rolex, patrocinar a despedida de Gilberto Gil é mais do que visibilidade,
é posicionamento.
É reafirmar que o luxo não está na novidade, mas no que atravessa décadas com sentido.
Gil canta sobre o tempo.
A Rolex o mede.
E os dois celebram o que é raro: o tempo que não passa.
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Me chamo Ricardo, e na bossa Consultoria , ajudamos marcas a transformar patrocínios em narrativa, porque no luxo, o tempo só vale quando deixa legado.
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