A Red Bull não vende bebida

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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A Red Bull não vende bebida.

Ela vende desejo.

Foi a marca que criou a categoria dos energéticos.

E conseguiu transformar uma lata de alumínio em um símbolo aspiracional.

“Te dá asas” não é só slogan (e que slogan).

É licença poética para tudo:

Da Fórmula 1 às corridas de carros feitos na garagem.

De esportes radicais a ativações insanas.

Ontem vimos o Sandro Dias, nosso Mineirinho, descendo de skate a lateral de um prédio em Porto Alegre.

Um projeto que levou 10 anos para sair do papel.

Mas ficou pro Guinness, na TV mundial e foi recompartilhado milhões de vezes.

E é isso que diferencia marcas de produto de marcas de desejo:

• Elas têm margem alta para bancar ações que parecem absurdas.

• Elas insistem em projetos até a hora certa de encaixar.

• Elas sabem que desejo se constrói na cabeça antes de chegar no bolso.

E apesar de ter criado o mercado, a Red Bull não é a líder em volume.

O Brasil abrasileirou o energético.

Hoje a líder é a garrafa PET de 2 litros vendida pelo preço de uma latinha da Red Bull.

Mas qual é a marca que vem à mente quando você pensa em energético?

Red Bull.

Esse é o poder de uma marca de desejo.

Nem todo mundo compra.

Mas todo mundo lembra.

E quando lembra, é o jogo que importa.

👋 Sou Ricardo Piochi.

Na Bossa, ajudamos marcas a criarem o mesmo efeito:

transformar produtos em desejo.

#Branding #MarketingDeLuxo #RedBull #ConstruçãodeMarca #Desejo

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