A Red Bull não vende bebida.
Ela vende desejo.
Foi a marca que criou a categoria dos energéticos.
E conseguiu transformar uma lata de alumínio em um símbolo aspiracional.
“Te dá asas” não é só slogan (e que slogan).
É licença poética para tudo:
Da Fórmula 1 às corridas de carros feitos na garagem.
De esportes radicais a ativações insanas.
Ontem vimos o Sandro Dias, nosso Mineirinho, descendo de skate a lateral de um prédio em Porto Alegre.
Um projeto que levou 10 anos para sair do papel.
Mas ficou pro Guinness, na TV mundial e foi recompartilhado milhões de vezes.
E é isso que diferencia marcas de produto de marcas de desejo:
• Elas têm margem alta para bancar ações que parecem absurdas.
• Elas insistem em projetos até a hora certa de encaixar.
• Elas sabem que desejo se constrói na cabeça antes de chegar no bolso.
E apesar de ter criado o mercado, a Red Bull não é a líder em volume.
O Brasil abrasileirou o energético.
Hoje a líder é a garrafa PET de 2 litros vendida pelo preço de uma latinha da Red Bull.
Mas qual é a marca que vem à mente quando você pensa em energético?
Red Bull.
Esse é o poder de uma marca de desejo.
Nem todo mundo compra.
Mas todo mundo lembra.
E quando lembra, é o jogo que importa.
👋 Sou Ricardo Piochi.
Na Bossa, ajudamos marcas a criarem o mesmo efeito:
transformar produtos em desejo.
#Branding #MarketingDeLuxo #RedBull #ConstruçãodeMarca #Desejo