Cinco lojas de Rolex. Uma concessionária Ferrari.
Em Caracas.
Em Las Mercedes ("o" bairro da capital), o PIB do país cai mais de 70%,
mas os prédios de luxo e galerias como a Avanti seguem vendendo Balenciaga e Ferrari
para uma elite que representa só 6% da população.
Enquanto isso, o resto do país vive na pobreza.
Salário mínimo esmagado, moeda desvalorizada, serviço público em ruína.
Os compradores? Poucos, muito ricos, quase sempre ligados a negócios que continuam girando,
muitos deles bem perto do poder.
Quando o país entra em colapso, o consumo não some,
ele se concentra.
Não é um post sobre política.
É um lembrete de mercado.
Mesmo em crise extrema,
a demanda por alto luxo segue viva,
troca de endereço,
troca de CPF,
mas não desaparece.
Se a sua marca só olha para a classe média,
você não está vendo essas ilhas de consumo que seguem ativas em qualquer cenário.
Sou Ricardo Piochi, sócio da Folhetim e da Bossa.
Na Bossa Consultoria, eu ajudo marcas a entender e acessar o cliente de alto luxo com estratégia, leitura de contexto
e produto que faça sentido para esse topo.
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