Como a Iberia quer sair da briga por preço (sem você perceber).
Enquanto você comparava tarifas para a Europa, a Iberia levou a cabine para a Oscar Freire.
Por anos, a decisão em aviação é commodity.
Preço, milhas, disponibilidade.
A Iberia está tentando outro caminho: atualizar percepção com produto, serviço e experiência real.
Reposicionamento cirúrgico, experiencial, com lastro operacional.
Primeiro movimento: tirar a experiência do aeroporto.
A marca abriu um espaço imersivo na R. Oscar Freire.
Ali você sente o A350 por dentro, prova os menus a bordo, usa simulador e VR, vê uniformes históricos, entra no lounge inspirado nas salas VIP.
Gratuito, com reservas liberadas semanalmente.
Experiência como canal, não vitrine.
Segundo passo: transformar experiência em aquisição e fidelidade.
No próprio espaço você emite passagem com condições especiais, conhece o Iberia Club e sai cadastrado. Produto na mão, CRM funcionando, relacionamento imediato.
Terceira virada: atualizar a imagem e ancorar preferência em Madri.
A Iberia admite que a percepção no Brasil ainda refletia o que a empresa era há 10–15 anos, e usa a presença física para “ser redescoberta”, ao mesmo tempo em que amplia oferta de assentos e adiciona rotas como Recife e Fortaleza.
Experiência + capacidade = preferência.
No final, é uma estratégia que poucas marcas arriscam:
sair do preço não é gritar mais alto, é escolher melhor os palcos, os códigos e os interlocutores, e medir por leads e recorrência, não só por alcance.
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Sou Ricardo Piochi, sócio da Agência Folhetim e da bossa Consultoria . Construímos marcas de desejo com estratégia, serviço e CRM de verdade.
Quer tirar sua categoria do lugar-comum, vamos conversar.
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