Enquanto o Catarina virou o playground da elite paulista, o agro construiu o seu aeroporto-executivo.
O nome é Bom Futuro (da gigante do campo), em Cuiabá - MT, e é construído para outro tipo de voo, não o da ostentação, mas o da eficiência.
Investimento estimado em R$ 100 milhões desde 2011.
Pista considerada tão robusta que está no nível de muitos aeroportos comerciais.
Salas de reunião, cinema, brinquedoteca.
No mundo do agronegócio, o jato particular não é um capricho, é parte da estrutura de negócio.
Vai da fazenda ao porto, do campo à cidade, sem filas, sem escala, sem perder tempo.
A diferença da proposta de serviços mostra com clareza as necessidade destes diferentes ricos:
No Catarina, serviço, clube, rede de influência financeira.
No Bom Futuro, logística, presença direta, controle de tempo.
Para o agro, o luxo não está no lobby do hotel ou no tapete vermelho.
Está em dizer: “Eu vou, faço, volto, e não dependo de cronograma alheio.”
O resultado? Um novo código de potência brasileira.
Uma pista que diz mais que qualquer símbolo de status.
Um aeroporto que simboliza que o campo, hoje, dita muitas das regras de poder, mobilidade e consumo.
Na bossa Consultoria , ajudamos marcas a decodificar esses movimentos, porque onde há sinais de poder, marcas que entendem chegam primeiro.
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