Enquanto o Catarina virou o playground da elite paulista, o agro construiu o seu aeroporto-executivo

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Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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Enquanto o Catarina virou o playground da elite paulista, o agro construiu o seu aeroporto-executivo.

O nome é Bom Futuro (da gigante do campo), em Cuiabá - MT, e é construído para outro tipo de voo, não o da ostentação, mas o da eficiência.

Investimento estimado em R$ 100 milhões desde 2011.

Pista considerada tão robusta que está no nível de muitos aeroportos comerciais.

Salas de reunião, cinema, brinquedoteca.

No mundo do agronegócio, o jato particular não é um capricho, é parte da estrutura de negócio.

Vai da fazenda ao porto, do campo à cidade, sem filas, sem escala, sem perder tempo.

A diferença da proposta de serviços mostra com clareza as necessidade destes diferentes ricos:

No Catarina, serviço, clube, rede de influência financeira.

No Bom Futuro, logística, presença direta, controle de tempo.

Para o agro, o luxo não está no lobby do hotel ou no tapete vermelho.

Está em dizer: “Eu vou, faço, volto, e não dependo de cronograma alheio.”

O resultado? Um novo código de potência brasileira.

Uma pista que diz mais que qualquer símbolo de status.

Um aeroporto que simboliza que o campo, hoje, dita muitas das regras de poder, mobilidade e consumo.

Na bossa Consultoria , ajudamos marcas a decodificar esses movimentos, porque onde há sinais de poder, marcas que entendem chegam primeiro.

#Branding #Luxo #Agro #MobilidadePrivada #Estratégia

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