Enquanto todo mundo tenta vender mais gigas, a VIVO decidiu vender menos tela

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
Ver no LinkedIn →

Enquanto todo mundo tenta vender mais gigas, a VIVO decidiu vender menos tela.

A marca acaba de abrir uma loja na Oscar Freire, a rua mais simbólica do luxo em São Paulo.

E o curioso é que ali, no meio das vitrines de moda e joalheria, uma operadora resolveu falar sobre o oposto daquilo que sempre vendeu: desconexão.

A loja tem café, curadoria da Livraria da Vila, uma instalação artística que convida o visitante a olhar o tempo passar.

Por trás disso, há uma estratégia clara:

quando seu produto virou uma commodity, o que te diferencia é o que não se compra.

E no caso da Vivo, é a tentativa de associar a marca a um estilo de vida, e não a um pacote de dados.

Faz sentido.

Ser uma marca desejada economiza milhões em aquisição de cliente.

Fideliza antes de precisar conquistar de novo.

Enquanto outras operadoras ainda tentam convencer o consumidor pelo preço,

a Vivo começa a construir o valor pelo contexto.

É o mesmo princípio do luxo: quando o produto é igual, o que muda é o que ele representa.

Na bossa Consultoria , ajudamos marcas a reposicionar o óbvio.

Porque até um plano de celular pode ser repensado quando se entende o que move o desejo.

#Branding #Luxo #Experiência #Estratégia

241 curtidas 14 comentários no LinkedIn

Quer aplicar esses princípios à sua marca?

Fale com a Folhetim →