Enquanto todo mundo tenta vender mais gigas, a VIVO decidiu vender menos tela.
A marca acaba de abrir uma loja na Oscar Freire, a rua mais simbólica do luxo em São Paulo.
E o curioso é que ali, no meio das vitrines de moda e joalheria, uma operadora resolveu falar sobre o oposto daquilo que sempre vendeu: desconexão.
A loja tem café, curadoria da Livraria da Vila, uma instalação artística que convida o visitante a olhar o tempo passar.
Por trás disso, há uma estratégia clara:
quando seu produto virou uma commodity, o que te diferencia é o que não se compra.
E no caso da Vivo, é a tentativa de associar a marca a um estilo de vida, e não a um pacote de dados.
Faz sentido.
Ser uma marca desejada economiza milhões em aquisição de cliente.
Fideliza antes de precisar conquistar de novo.
Enquanto outras operadoras ainda tentam convencer o consumidor pelo preço,
a Vivo começa a construir o valor pelo contexto.
É o mesmo princípio do luxo: quando o produto é igual, o que muda é o que ele representa.
Na bossa Consultoria , ajudamos marcas a reposicionar o óbvio.
Porque até um plano de celular pode ser repensado quando se entende o que move o desejo.
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