Nada hoje é tão trabalhado quanto o conteúdo que finge não ter esforço nenhum

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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Nada hoje é tão trabalhado quanto o conteúdo que finge não ter esforço nenhum.

E é o que muita marca de luxo está fazendo.

Foto “casual”.

Legenda “de primeira”.

Cenas “do dia a dia”.

Nos bastidores, tem roteiro, ensaio, recorte.

Os italianos já tinham um nome para isso: sprezzatura.

A arte de esconder a arte, fazer o difícil parecer fácil.

No digital, isso virou um estilo de vida.

Feeds que parecem vida real solta,

mas são, na prática, direção de arte milimétrica.

No luxo, as marcas que estão ganhando espaço entenderam a mudança.

Hermès não fica mostrando artesão o tempo todo.

Mostra arte.

Cavalo correndo, alguém caminhando na cidade, detalhes de couro, conceito.

Bottega, Loewe e várias outras seguem a mesma gramática.

Fotos que poderiam estar em exposição,

gente que parece não estar posando,

cenas que dão a sensação de “vida boa sem esforço”.

É sprezzatura digital:

trabalho pesado de curadoria, edição, ritmo,

para que o resultado pareça leve.

Se você cuida de social para uma marca que quer falar com o cliente de alto valor, vale olhar para três pontos:

- Seu feed parece estar sempre “correndo atrás” ou parece seguro do que está fazendo?

- O que no seu conteúdo está gritando esforço, urgência, necessidade de provar?

- Onde você poderia trocar excesso de explicação por imagem, ritmo e silêncio bem usados?

Não é copiar Hermès.

É entender que, para esse público,

autoridade e desejo quase nunca vêm do que parece suado demais.

Sou Ricardo Piochi, sócio da Folhetim e da Bossa.

Na Bossa Consultoria, eu ajudo marcas a construir presença digital com sprezzatura,

aquele equilíbrio raro entre parecer leve

e ter muito trabalho bem feito por trás.

#Luxo #Branding #Sprezzatura #MídiasSociais #BossaConsultoria

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