No luxo masculino, o cliente não é só fiel à marca.
Ele é, principalmente, fiel ao seu advisor.
Ontem tomei um café com uma gestora de uma marca de ultra luxo masculino.
Mais de 30 anos atendendo esse cliente.
Entre espressos e águas, ela só me confirmou algo que já sabia:
Esse cliente não quer pensar toda vez que vai comprar.
Ele quer alguém que já saiba.
Que já entenda o que funciona.
Que já conheça o histórico.
Que não erre o tamanho e não tenha que testar.
Quando isso acontece, a relação entre cliente e marca muda.
Ele volta na pessoa.
Não na marca.
Ela me contou uma história boa.
Um dos maiores clientes da casa foi convidado para um desfile no exterior.
Só que tinha uma regra: só gerentes podiam acompanhar.
Ele ignorou.
Pagou a viagem da vendedora dele para ir junto.
Porque era ela que conhecia o guarda-roupa inteiro.
Era ela que sabia o que fazia sentido comprar.
Era ela que ia acertar sem tentativa.
Por que erro, nesse nível, não é só dinheiro.
É tempo perdido.
É frustração.
É quebra de confiança.
E quando alguém resolve isso, ele não troca.
Se você trabalha com esse público, vale olhar para isso com mais cuidado.
Muitas vezes, o que sustenta a venda não está no produto, ou na marca.
Está em quem atende.
Sou Ricardo Piochi. Construo marcas desejadas e inevitáveis para a próxima era, a partir das estratégias do luxo.
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