O luxo é, antes de tudo, uma boa história bem contada.
A Payless Shoes, marca americana de sapatos baratos, provou isso de forma brilhante.
Esse case é de 2018, mas representa o poder da criação de desejo e deve ser estudado por todos, sempre!
Eles alugaram uma loja em um shopping de luxo em Los Angeles,
Criaram o nome para Palessi,
uma identidade visual elegante,
iluminação quente, taças de champanhe,
e etiquetas com preços de até US$ 600.
Criaram um designer italiano que “assinava” a coleção e emprestava sua reputação (fake) para a marca.
O público?
Influenciadores de moda convidados para o lançamento.
Eles elogiaram o design, o conforto,
e chamaram o “trabalho artesanal” de impecável.
Horas depois, veio a revelação:
os sapatos eram exatamente os mesmos vendidos por US$ 20 na Payless.
A experiência mostrou o que o desejo faz de melhor:
mudar a percepção antes mesmo do produto.
A Payless não criou um novo sapato,
criou uma nova narrativa.
Usou ambiente, discurso, atendimento e localização
para transformar o comum em aspiracional.
Era o mesmo produto, em outro palco, com outro olhar.
No longo prazo, não duraria. Um produto de qualidade e premissa básica do luxo.
Mas para o olhar na treinado do momento, serviu a função.
E o mais curioso?
Quanto mais cara parecia a história, mais verdadeira ela soava.
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Me chamo Ricardo, e na minha consultoria bossa Consultoria, desenhamos cada detalhe para transformar marcas em objetos de desejo.
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