O luxo não sofre por falta de demanda, mas por repetição

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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O luxo não sofre por falta de demanda, mas por repetição.

Quando todas as marcas falam o mesmo idioma, o da exclusividade, o consumidor começa a procurar outra coisa: autenticidade.

O relatório BrandDigital 2025, da Kantar, confirma o que o mercado já vinha percebendo: o desejo está mudando de forma.

Pela primeira vez em 15 anos, o interesse global pelo luxo caiu.

Não é que o consumidor tenha perdido o fascínio, ele só cansou das mesmas promessas embaladas de modos diferentes.

O estudo mostra um mercado em transição,

onde o valor deixou de estar no logotipo e passou para a coerência.

1. Saturação de status. Quatro marcas concentram metade do interesse global. O luxo ficou previsível.

2. Vintage em alta. O “novo” perdeu força. O “original” virou o novo hype.

3. Collabs em crise. Só funcionam quando unem cultura, não logotipos.

4. O toque voltou. Perfumes, texturas e materiais sensoriais lideram o crescimento.

5. Herança em cheque. Tradição sem reinvenção virou peso.

O luxo não acabou, só mudou de lógica.

O futuro das marcas não será de quem fala mais alto, mas de quem souber sustentar valor quando o brilho passar.

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Na bossa Consultoria, ajudamos marcas a atravessar essas mudanças, transformando coerência em diferencial e estratégia em desejo.

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