O Magalu quer trazer o desejo de volta para a compra física.
A Galeria Magalu, no Conjunto Nacional, ocupa o antigo espaço da Livraria Cultura na Paulista e junta, em três andares, todas as grandes marcas do grupo: Magalu, Netshoes, KaBuM!, Estante Virtual e Época Cosméticos. Não é só uma loja grande. É uma vitrine de ecossistema.
Você pode montar seu próprio PC gamer na KaBuM, assistir partida na arena, personalizar tênis e camisetas na Netshoes, escanear o rosto para achar o skincare certo na Época, garimpar livro raro na Estante Virtual, tomar café na We Coffee, ver exposição permanente da Pinacoteca e ainda sentar no antigo teatro Eva Herz, agora Teatro YouTube.
É varejo pensando como “templo de consumo”.
Muito mais perto do que o alto luxo faz há anos
do que de uma loja de eletro.
Ao mesmo tempo, o Magalu está empurrando o limite do digital.
A mesma empresa que investe pesado em loja física cria um canal em que você compra 100% pelo WhatsApp, com a Lu (agora com cérebro de IA) guiando recomendação, comparação e pagamento dentro da conversa.
E gerando uma receita 3x maior vs o canal de Whats antigo.
Físico que dá vontade de sair de casa.
Digital que resolve tudo sem sair do chat.
O varejo físico não morreu,
o que morreu foi a loja que não entrega nada além de prateleira.
Quem conseguir transformar ponto de venda em centro de experiência
e, ao mesmo tempo, tornar o digital mais humano e mais inteligente,
vai disputar desejo, não só preço.
Sou Ricardo Piochi, sócio da Folhetim e da Bossa.
Na Bossa Consultoria, eu ajudo marcas a redesenhar seu lugar entre físico e digital,
pensando varejo como construção de desejo, não só como canal de venda.
#Varejo #Branding #ExperiênciaDoCliente