O Nubank Ultravioleta entrou no Ironman do jeito que marcas premium deveriam entrar em qualquer terr

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Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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O Nubank Ultravioleta entrou no Ironman do jeito que marcas premium deveriam entrar em qualquer território: com menos logo e mais experiência.

Ironman não é só esporte. É a vida para o atleta.

Demanda tempo para treinar, agenda para viajar, dinheiro para equipamento, disciplina para sustentar meses de rotina. Por isso, quando você vai a uma prova, vê com frequência gente do mercado financeiro, executivos, empreendedores, empresários. Não por estética. Pelo custo real do pacote.

E é exatamente por isso que a parceria faz sentido. E é esse cliente que o Nubank quer.

O Itaú BBA já ocupou esse espaço antes, agora o Nubank assume esse território com o Ultravioleta e faz um movimento mais atual: usa o esporte como porta de entrada para capturar o cliente de alta renda, mas sem tratar esse cliente como “alta renda genérica”.

A diferença está no pacote: transformar patrocínio em benefício concreto para quem vive triatlo.

Em vez de “presença”, entregar vantagem real dentro da jornada do atleta.

Esse tipo de escolha ensina uma coisa importante para 2026:

Alta renda não é um segmento. É um conjunto de subculturas.

Quem acerta não tenta falar com todo mundo ao mesmo tempo.

Escolhe um universo, entende as fricções e cria relevância onde o hábito acontece.

No premium, desejo não nasce de campanha.

Nasce quando a marca entra no ritual certo e melhora a experiência de quem está ali.

Sou Ricardo Piochi. Construo marcas desejadas e inevitáveis para a próxima era, a partir das estratégias do luxo.

#branding #luxo #marketing #posicionamento

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