Quando a IA começar a comprar por você, a maioria das marcas vai deixar de existir.

Essa foi uma previsões do SXSW que mais me impactou.

Porque tudo o que é lógico, comparável e substituível
vai ser decidido por um agente IA.

Preço.
Avaliação.
Entrega.
Eficiência.

Nesse jogo, não tem marca.
Tem escolha otimizada.

Então, o que sobra para o humano escolher?

Desejo.

Ninguém delega para uma IA a escolha de algo que quer muito ter.
O que você compra para resolver, você terceiriza.
O que você compra para sentir, você decide.

É por isso que, no futuro, construir desejo não vai ser diferencial.
Vai ser sobrevivência.

Se a sua marca não ocupa um espaço claro na cabeça de alguém,
ela não entra nem na disputa.

Ela vira só mais uma opção que o algoritmo resolve.

E algoritmo não constrói marca.
Só escolhe entre as que já existem.

No limite, a IA vai te sugerir um carregador de iPhone perfeito.
Mais barato.
Melhor avaliado.
Entrega mais rápida.

E ainda assim, alguém vai comprar o da Hermès por 5 mil dólares.

Não porque é melhor.
Porque é inevitável.

Sou Ricardo Piochi. Construo marcas desejadas e inevitáveis para a próxima era, a partir das estratégias do luxo.

Se quer construir a sua, fale comigo.

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