Às vezes, o problema da marca não é falta de cliente

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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Às vezes, o problema da marca não é falta de cliente.

É excesso do cliente errado.

O sinal costuma aparecer cedo, mas quase ninguém quer ver.

O preço começa a incomodar.

O atendimento fica mais tenso.

O time passa mais tempo explicando do que entregando.

A marca trabalha mais e sente que vale menos.

E, ainda assim, a resposta quase sempre é:

“precisamos vender mais”.

Mais mídia.

Mais campanha.

Mais alcance.

Mais volume.

Só que volume não corrige desalinhamento. Ele amplifica.

Quando a marca cresce atraindo quem não sustenta seu valor, ela cria uma armadilha:

quanto mais vende, mais precisa justificar.

quanto mais justifica, menos desejo constrói.

O cliente errado não é “ruim”.

Ele só não está disposto a pagar pelo que a marca precisa ser para continuar crescendo.

Em muitos casos, esse cliente entrou quando a marca era outra.

Preço mais baixo.

Menos camada.

Menos intenção.

O problema começa quando ele vira referência para decisão estratégica.

Marca de alto valor não quebra por falta de demanda.

Quebra por servir gente demais que não deveria estar ali.

Toda estratégia séria passa por uma pergunta incômoda:

quem a marca precisa deixar de atrair para voltar a fazer sentido?

Crescer também é saber recusar.

Cliente, canal, discurso, expectativa.

Sou Ricardo Piochi. Construo marcas desejadas e inevitáveis para a próxima era, a partir das estratégias do luxo.

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