Seu champagne pode ficar até 35% mais barato.
Mas essa é a parte mais fácil de entender do acordo Mercosul–União Europeia.
De um lado, as tarifas sobre vinhos, roupas, carros e outros itens europeus vão cair aos poucos, ao longo de 5, 10, 15 anos.
Não tem mudança imediata, tudo segue um cronograma.
Do outro lado, que quase ninguém está olhando,
a porta se abre para o luxo brasileiro.
Moda autoral, joias, cosméticos, design, bebidas premium,
produtos com origem clara, terroir, narrativa.
A Europa, que sempre foi muito protegida,
passa a ter caminho mais livre para receber produto brasileiro com tarifa menor ou zero,
desde que você cumpra regra de origem, padrão técnico e sustentabilidade.
É o tipo de cenário em que “luxo de origem” ganha valor.
Chocolate brasileiro com história, como a Dengo Chocolates.
Farmácia e perfumaria com identidade, como a Granado Pharmácias | Perfumaria Phebo.
Cachaças de terroir, cafés especiais, ingredientes brasileiros com história, moda.
Os 8 a 15 anos do acordo parecem um prazo longo.
Para construção de marca, é exatamente o tempo que você precisa para:
- arrumar produto,
- criar narrativa,
- entender canais,
- testar presença,
chegar pronto quando a tarifa deixar de ser o grande problema.
Se você olhar para esse acordo só como “luxo europeu um pouco mais barato no Brasil”,
vai ver só metade do tabuleiro.
A outra metade é mais interessante,
quais marcas brasileiras de luxo vão estar prontas para serem desejadas em Lisboa, Paris ou Berlim,
quando o custo de entrada não for mais desculpa.
Sou Ricardo Piochi, sócio da Folhetim e da Bossa.
Na Bossa Consultoria, eu ajudo marcas a se preparar para exportar desejo,
não só importar produto.
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