A JHSF não está só expandindo o Cidade Jardim.
Está ocupando mais momentos da vida, e do bolso, do cliente.
A expansão traz marcas que ainda não estavam no Brasil, como Loro Piana, Maison Alaïa e James Perse.
Mas isso é só a parte visível.
O movimento mais relevante está no tipo de experiência que está sendo construída.
A Hermès praticamente dobra de tamanho e passa a vender ítens para casa, não só roupa e acessórios.
A CHANEL volta com uma das maiores lojas do mundo.
A Tiffany & Co. cria um “apartamento” dentro da loja para atender clientes muito específicos. (Cartier tem um desse na flagship em Paris, e é incrível).
Essas lojas não estão crescendo para vender mais no dia.
Estão crescendo para atender melhor quem já decidiu gastar muito.
E aí entra o CJ Fashion.
Começou como e-commerce.
Virou atendimento privado.
Agora ganha três andares voltados para cliente VIC.
Faz mais sentido assim.
Esse cliente não quer escolher entre opções infinitas.
Quer alguém que filtre, antecipe, indique.
No fundo, o que a JHSF está construindo não é um shopping.
É um lugar onde esse cliente resolve a vida.
Compra.
Escolhe presente.
Equipa a casa.
Se relaciona com as marcas.
Tudo dentro do mesmo circuito.
E quando você ocupa mais momentos da vida,
você deixa de disputar venda.
Você passa a ser a escolha óbvia.
Sou Ricardo Piochi. Construo marcas desejadas e inevitáveis para a próxima era, a partir das estratégias do luxo.
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