Fórmula 1 acabou. O que fica?

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Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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Fórmula 1 acabou. O que fica?

Nos últimos três dias São Paulo virou palco de desejo.

Feed tomado por paddocks, arquibancadas, festas e ativações, hotéis e restaurantes lotados, idiomas cruzando a cidade.

A F1 é o Réveillon de São Paulo, mas para marca isso só vale se virar relação, não apenas registro bonito no Ig.

Três públicos dividiram o mesmo grid, cada um com um código diferente de valor:

quem foi pela primeira vez pelo bafafá,

os fãs de carteirinha,

e a turma do alto padrão que usa o esporte como cena social.

Marcas que entenderam essa diferença geraram conversa depois do domingo, as que não entenderam ficaram apenas em fotos bonitas.

O que funcionou no universo do desejo:

- Curadoria e coerência, não volume. Exemplos como o camarote conjunto de Moët Hennessy, TAG Heuer e Louis Vuitton mostraram serviço, narrativa e alinhamento de códigos.

- Herança que se atualiza. A Senna Tower levou o legado para o presente e atraiu gente nova para conhecer o projeto no momento em que a marca Senna está em destaque.

- Ritual e hospitalidade. Sequência pensada do convite ao pós-evento, gente certa no horário certo, momentos de baixa densidade para conversa de qualidade.

O que ainda sobra de oportunidade:

-Menos stand instagramável, mais desenho de experiência com objetivo claro.

- Colaborações com propósito, não só co-logo.

- Métrica que vá além de views, priorizando leads qualificados, geração de awareness dentro do target, acordos iniciados, relações reativadas.

Para começar o GP 2026 hoje:

- Defina a tese da sua presença, uma caminho que guie escolhas.

- Recorte a audiência em cenas e roteiros diferentes.

- Planeje uma colaboração que some códigos, não ruído.

- Crie um ritual de hospitalidade, do convite ao follow-up.

- Meça valor por relacionamento e pipeline, não só alcance.

E se precisar de ajuda, conte com a bossa Consultoria para desenhar sua blueprint de sucesso para 2026!

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