O Bradesco está com fome do cliente de alto padrão.
E agora, o Bradesco Principal virou patrocinador-master dos projetos da Iguatemi.
A disputa nesse topo é pesada.
BTG e XP ainda surfam o papel de “novos players”, mas já perderam o brilho da novidade.
O Itaú Personnalité continua com uma base fiel, mas sem ações significativas (fora o Private).
O Santander ficou no meio do caminho.
O BB é continua forte no Agro.
O Bradesco, que nunca foi exatamente o “banco cool”,
vem comprando posição.
Agora, entra direto no lifestyle:
– benefícios para clientes Bradesco Principal com Amex The Platinum Card dentro do Iguatemi One,
– pré-venda e descontos em eventos como Iguatemi Talks Fashion e o novo evento de wellness,
– duas horas de valet cortesia nos shoppings da rede (benefício que antes era da XP, com uma hora),
– presença em conteúdo, mídia e programação cultural, do teatro aos eventos patrocinados como Lollapalooza.
Ou seja, não é só agência bonita (apesar de term reformado todas).
É território.
É estar onde esse cliente circula, consome, se entretém.
É colar a marca em experiências que já têm códigos de luxo e recorrência.
Estratégia certa,
com um detalhe torto: o nome.
“Bradesco Principal” tem tudo que esse público não quer mais ouvir.
Puro léxico de backoffice.
Cheiro de fila e gerência,
não de clube, comunidade ou plataforma.
O case é bom justamente por isso:
mostra como dá para acertar o movimento de posicionamento,
território, parceria, benefícios,
e ainda assim tropeçar na linguagem.
Se o seu cliente de alto valor está cada vez mais cercado por esses ecossistemas,
a pergunta não é só “qual benefício eu ofereço”.
É: em que mundos ele vive e como a sua marca entra nesses mundos
sem parecer produto de prateleira de agência.
Sou Ricardo Piochi, sócio da Folhetim e da Bossa.
Na Bossa Consultoria, eu ajudo marcas a mapear territórios, ajustar linguagem
e virar parte da rotina do cliente de luxo,
não só mais um patrocinador de logo pequeno.
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