O circo do GP de F1 São Paulo já começa esta semana.
E com ele, o maior palco de relacionamento do país.
Três dias em que lotam o espaço aéreo da cidade, hotéis operam em capacidade máxima e marcas disputam não só a atenção do público, mas um lugar na conversa certa.
A Fórmula 1 sempre foi um esporte dos ricos.
Mas nos últimos anos, virou um fenômeno de mídia e visibilidade global.
Com a Liberty Media, a corrida deixou de ser o produto e passou a ser o meio.
A American Express é patrocinadora oficial do GP de São Paulo, ao lado da Porto, que vem fazendo um movimento para se aproximar do público de alta renda com o PortoBank.
A The HEINEKEN Company criou uma série de ativações exclusivas para o evento.
O grupo LVMH, com Louis Vuitton, Moët & Chandon, Tag Heur, está presente em todas as camadas do circuito: do pódio ao troféu, dos camarotes aos eventos paralelos.
O autódromo é so parte do circo. Muito acontece também fora dele.
Essas marcas planejam suas ações há meses, às vezes desde o fim do último GP.
Sei bem que a Senna Brands só pensa nisso atualmente!
O foco não é vender, é ganhar o jogo da atenção e relacionamento.
Um diretor comercial de uma marca de relógios me contou recentemente:
“Tem cliente que já comprou tudo. Mas se eu der um ingresso pro GP, ele lembra de mim o ano inteiro.”
E esse um cliente que pode comprar o ingresso, paddock ou o que quiser.
Ele quer o acesso que o dinheiro não pode comprar.
Quando o produto perde o poder de encantamento, o acesso vira o ativo mais valioso.
O GP de São Paulo há anos saiu de apenas evento esportivo, é o retrato do novo luxo em movimento:
menos sobre a corrida, muito mais sobre a experiência.
PS: aceito convites para fins de pesquisa de campo. Especialmente os que envolvem paddock.
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Na Folhetim, ajudamos marcas a transformar presença em estratégia,
porque no universo da Fórmula 1 (e do cliente de alto valor), só brilha quem se planejou antes da largada.
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