O gamer não gosta de propaganda.
Mas compra tudo o que é bem anunciado.
O mercado de games deve movimentar US$ 189 bilhões em 2025 e já soma 3,6 bilhões de jogadores no mundo.
Mas, diferente de outros segmentos, aqui não basta aparecer, é preciso pertencer.
O gamer é exigente, intuitivo e profundamente fiel ao que acredita.
Rejeita o discurso publicitário tradicional, mas recompensa as marcas que entendem seu universo e falam a sua língua.
A Bain & Co mostra que 64% dos gamers acham os anúncios irritantes, mas 46% compram produtos anunciados dentro dos jogos.
Ou seja, o problema não está no anúncio, está em como ele entra na experiência.
Quando o marketing se encaixa, ele não interrompe. Ele expande.
E é exatamente aqui que nasce o universo do desejo gamer.
Marcas como Razer, Logitech, Red Bull e 100 Thieves respeitam os códigos e geram identificação. .
A primeira transformou periféricos em símbolos de performance e pertencimento.
A segunda traduziu engenharia e estética em lifestyle gamer.
A Red Bull, que sempre operou no território da performance, criou uma cultura global dentro do jogo.
E a 100 Thieves, nascida dos e-sports, virou marca de streetwear, com drops limitados e comunidade fiel,
o luxo do digital.
E não vou nem entrar no mundo das skins e acessórios branded dentro dos jogos. Esse vale um post a parte.
No fim, o gamer não quer ser interrompido.
Quer ser reconhecido.
E isso é exatamente o que marcas de desejo sempre souberam fazer: entender o que move o outro e transformar função em símbolo.
O mercado gamer é um dos maiores laboratórios de comportamento do consumo premium.
Quem aprende a gerar desejo aqui, garante um universo de clientes fiéis, que vão enfrentar qualquer fase para chegar no seu produto.
—-
Na nossa, ajudamos marcas a decodificar esses códigos, e transformar presença em pertencimento.
#Branding #Games #CulturaDigital #Luxo #MarcasDeDesejo #Estratégia