O gamer não gosta de propaganda

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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O gamer não gosta de propaganda.

Mas compra tudo o que é bem anunciado.

O mercado de games deve movimentar US$ 189 bilhões em 2025 e já soma 3,6 bilhões de jogadores no mundo.

Mas, diferente de outros segmentos, aqui não basta aparecer, é preciso pertencer.

O gamer é exigente, intuitivo e profundamente fiel ao que acredita.

Rejeita o discurso publicitário tradicional, mas recompensa as marcas que entendem seu universo e falam a sua língua.

A Bain & Co mostra que 64% dos gamers acham os anúncios irritantes, mas 46% compram produtos anunciados dentro dos jogos.

Ou seja, o problema não está no anúncio, está em como ele entra na experiência.

Quando o marketing se encaixa, ele não interrompe. Ele expande.

E é exatamente aqui que nasce o universo do desejo gamer.

Marcas como Razer, Logitech, Red Bull e 100 Thieves respeitam os códigos e geram identificação. .

A primeira transformou periféricos em símbolos de performance e pertencimento.

A segunda traduziu engenharia e estética em lifestyle gamer.

A Red Bull, que sempre operou no território da performance, criou uma cultura global dentro do jogo.

E a 100 Thieves, nascida dos e-sports, virou marca de streetwear, com drops limitados e comunidade fiel,

o luxo do digital.

E não vou nem entrar no mundo das skins e acessórios branded dentro dos jogos. Esse vale um post a parte.

No fim, o gamer não quer ser interrompido.

Quer ser reconhecido.

E isso é exatamente o que marcas de desejo sempre souberam fazer: entender o que move o outro e transformar função em símbolo.

O mercado gamer é um dos maiores laboratórios de comportamento do consumo premium.

Quem aprende a gerar desejo aqui, garante um universo de clientes fiéis, que vão enfrentar qualquer fase para chegar no seu produto.

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Na nossa, ajudamos marcas a decodificar esses códigos, e transformar presença em pertencimento.

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