O que não pode faltar no seu planejamento de 2026 se você quer falar com o consumidor de luxo

RP
Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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O que não pode faltar no seu planejamento de 2026 se você quer falar com o consumidor de luxo

Estamos na fase das planilhas abertas.

Reunião, budget, corte, remendo.

Muita marca vai fazer o mesmo de sempre.

Copiar 2025, trocar o nome da campanha

e chamar isso de planejamento.

Para o consumidor de luxo, isso não segura mais.

Ele está saturado.

De convite que não diz nada.

De aumento de preço sem explicação.

De ação que não deixa memória.

Se você quer chegar nele em 2026, considere:

1. Menos ações, mais densidade

Não é quantidade de evento.

É o pouco que realmente marca.

Duas ou três boas ações,

bem pensadas, bem executadas,

valem mais do que um calendário cheio

que desaparece no dia seguinte.

2. Preço com motivo

Os últimos anos foram de alta atrás de alta.

Ele percebeu.

A pergunta é simples:

“o que mudou para valer mais?”

Se não houver ganho visível em produto, serviço,

raridade ou processo,

vira só sensação de abuso.

3. Produto com camada de experiência

Produto ele sabe comparar.

Ele conhece marca, origem, referência.

Onde a sua marca entra é no entorno.

Como entrega.

Que contexto cria.

Quem está junto.

É essa moldura que tira o item da categoria “mais um”

e coloca no lugar de “quero ter, quero usar, quero mostrar”.

4. Saber exatamente para quem você está falando

“Consumidor de luxo” é um rótulo amplo demais.

Tem quem queira estar na foto.

Tem quem queira ficar fora dela.

Tem quem valorize tempo.

Tem quem pense em legado, sucessão, família.

Planejamento começa escolhendo um recorte.

Quem é “o seu” luxo em 2026.

Sem isso, tudo fica genérico.

E o genérico, nesse nível, passa reto.

5. Serviço e hospitalidade no centro

Atendimento não é detalhe de operação.

É parte da proposta de valor.

Quem convida.

Como convida.

Quem recebe.

O que acontece antes, durante e depois.

É aqui que ele sente se a marca está, de fato, no mesmo nível que ele.

6. Programa, não só campanha

Em vez de ações soltas,

pense em percurso.

Isso dá continuidade

e constrói familiaridade.

Três encontros com a mesma comunidade

podem valer mais do que dez eventos diferentes

para pessoas que você nunca mais vê.

7. Exposição editada

Esse consumidor não quer ver sua marca em todo lugar.

Nem estar em tudo.

Parte do valor está em saber recusar.

Alguns eventos.

Alguns canais.

Algumas associações fáceis.

Planejar é decidir onde aparecer

e, principalmente, onde não aparecer.

—-

Em 2026, falar com o consumidor de luxo

não é encher a agenda de ações.

É escolher melhor,

cortar o excesso,

e sustentar o mesmo nível de cuidado

em tudo o que ele vê

e em tudo o que ele não vê.

—-

Sou Ricardo Piochi, sócio da Folhetim e da Bossa.

Na bossa Consultoria , eu ajudo marcas a planejar esse tipo de movimento,

com foco em construção de desejo,

e não só em repetir o ano anterior com outra capa

#branding #planejamento2026 #luxo

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