Uma marca pode perder dinheiro por anos…
e ainda assim valer bilhões.
A Aston Martin é um bom exemplo disso.
A fabricante britânica de carros de luxo convive há décadas com dificuldades financeiras, prejuízos recorrentes e mudanças de controle.
Mas, curiosamente, o valor da marca continua (relativamente) intacto.
Tanto que agora ela está ganhando dinheiro de um jeito nada a ver com automóveis.
Licenciando seu próprio nome.
E da nossa Paraíba vem um exemplo inesperado.:
João Pessoa vai receber a primeira torre residencial Aston Martin da América Latina, pela Setai Grupo GP.
Outro, da F1, onde não é mais dona do seu nome dentro da pista.
O que R$350 mi não compram hein?
E isso é uma aula sobre marcas de dejeso.
É sobre o imaginário que ela construiu.
O carro do James Bond.
A engenharia britânica.
O design elegante.
Esse capital simbólico é tão forte que hoje pode ser aplicado em outros mercados, como arquitetura e real estate de luxo.
E essa talvez seja a lição mais interessante.
Produtos geram receita.
Marcas fortes geram plataformas de receita.
Compare com a Jaguar.
A Jaguar também tinha um imaginário muito forte, o luxo britânico clássico.
Mas em algum momento ela perdeu clareza de quem era.
Tentou modernizar, tentou competir com alemães, tentou reposicionar.
No processo, enfraqueceu o mito.
Resultado: perdeu força como produto e como símbolo.
Quando o símbolo é poderoso o suficiente, ele passa a existir muito além do produto original.
É por isso que algumas empresas podem ter dificuldades financeiras…
mas ainda assim possuir um ativo extremamente valioso.
O nome.
Quer construir marcas de desejo, que sobrevivem até a produtos que não vendem, fale comigo na bossa Consultoria.
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