Uma marca pode perder dinheiro por anos…

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Ricardo Piochi Fundador da Folhetim e da Bossa
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Uma marca pode perder dinheiro por anos…

e ainda assim valer bilhões.

A Aston Martin é um bom exemplo disso.

A fabricante britânica de carros de luxo convive há décadas com dificuldades financeiras, prejuízos recorrentes e mudanças de controle.

Mas, curiosamente, o valor da marca continua (relativamente) intacto.

Tanto que agora ela está ganhando dinheiro de um jeito nada a ver com automóveis.

Licenciando seu próprio nome.

E da nossa Paraíba vem um exemplo inesperado.:

João Pessoa vai receber a primeira torre residencial Aston Martin da América Latina, pela Setai Grupo GP.

Outro, da F1, onde não é mais dona do seu nome dentro da pista.

O que R$350 mi não compram hein?

E isso é uma aula sobre marcas de dejeso.

É sobre o imaginário que ela construiu.

O carro do James Bond.

A engenharia britânica.

O design elegante.

Esse capital simbólico é tão forte que hoje pode ser aplicado em outros mercados, como arquitetura e real estate de luxo.

E essa talvez seja a lição mais interessante.

Produtos geram receita.

Marcas fortes geram plataformas de receita.

Compare com a Jaguar.

A Jaguar também tinha um imaginário muito forte, o luxo britânico clássico.

Mas em algum momento ela perdeu clareza de quem era.

Tentou modernizar, tentou competir com alemães, tentou reposicionar.

No processo, enfraqueceu o mito.

Resultado: perdeu força como produto e como símbolo.

Quando o símbolo é poderoso o suficiente, ele passa a existir muito além do produto original.

É por isso que algumas empresas podem ter dificuldades financeiras…

mas ainda assim possuir um ativo extremamente valioso.

O nome.

Quer construir marcas de desejo, que sobrevivem até a produtos que não vendem, fale comigo na bossa Consultoria.

#branding #astonmartin #setai #luxo

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