O Itaú começou a correr atrás dos filhos dos clientes.
E isso diz bastante sobre o que vem pela frente.
O Personnalité lançou a “Conta Filhos”, para jovens de 8 a 17 anos, com Pix, cartão e controle direto pelo app dos pais.
Quando vi isso, me veio uma sequência de situações bem comuns.
Amigos com conta no BTG, no Bradesco, no próprio Itaú…
E os filhos usando Nubank.
Não tem muito mistério.
É mais fácil.
O app é simples o suficiente para uma criança usar sozinha. Não precisa explicar, não precisa acompanhar o tempo todo.
E é aí que começa a construção de marca.
A criança aprende, se acostuma, passa a confiar.
Quando cresce, aquilo já está resolvido.
Trocar depois não é impossível, mas também não é automático.
O Itaú percebeu esse ponto.
Entrar cedo ajuda a construir essa relação com calma, antes da disputa ficar mais cara.
E o lugar escolhido para o lançamento diz bastante.
Miami Open, cheio de famílias, filhos juntos, um ambiente onde o banco já conversa com esse público.
Eles estão olhando para o longo prazo.
Hábito não se compra.
Se constrói.
Se a sua marca não entra cedo, entra tarde.
Na Bossa, a gente trabalha exatamente esse tipo de construção.
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