O Nubank comprou um dos nomes mais fortes do Brasil.
Agora precisa fazer as pessoas esquecerem.
O Allianz Parque não era só um estádio.
Era um nome que entrou na rotina.
Virou referência.
As pessoas falam sem pensar.
Desde 2013, funcionou.
E isso é raro em naming rights no Brasil.
O novo contrato gira em torno de R$ 51 milhões por ano, quase o dobro do acordo anterior.
Mas o valor aqui não é o ponto mais difícil.
O desafio é outro:
trocar um nome que já está na cabeça das pessoas.
Do outro lado, a Allianz saiu com intenção clara.
Menos concentração em São Paulo.
Mais presença em outras regiões.
O plano é crescer fora do eixo e dobrar o faturamento até 2027.
E o Nubank?
Está acumulando presença.
Já colocou seu nome no estádio do Inter Miami.
Agora entra em um dos principais palcos do Brasil.
Naming rights, nesse nível, não é exposição.
É repetição.
É aparecer tanto que vira linguagem.
E isso não acontece rápido.
Vai depender de consistência.
De ativação.
De fazer o público usar o nome sem perceber.
No fim, é uma disputa por memória.
E o Nubank decidiu entrar nela.
Sou Ricardo Piochi. Construo marcas desejadas e inevitáveis para a próxima era, a partir das estratégias do luxo.